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segunda-feira, 14 de março de 2011

Amor de Mãe

O Amor da mãe pode ser traduzido
em uma palavra:
doação.




Falar desse sentimento é entender que ele
é a mais completa forma de amor.
Um amor que se doa,
coloca em primeiro plano o bem-estar,
a segurança de um outro ser.
Impossível falar de mãe
sem falar da pureza de um amor,
que diante de todo o sofrimento disse Sim:
Maria.
Uma mãe que,
como tantas mães em nosso país,
olha com lágrimas nos olhos o presente
e o futuro árduo do filho.
Talvez seja por isso que a mãe Maria
se expressa em cada olhar de mãe,
em cada gesto de doação da mulher.
No rosto de uma mulher que assume
a maternidade inteiramente,
mesmo diante de tudo o que há de vir,
há a presença iluminada de um lado vivo,
mas esquecido por todos,
homens e mulheres:
O AMOR!!!!

Relação mãe e filha: um grande desafio

As grandes mudanças que ocorrem na sociedade hoje, por vezes desconcertam as famílias. Assim, vemos o ser humano ameaçado pelas drásticas fugas de si mesmo e do sentido de vida para o qual foi criado. Inventos e descobertas no campo do prazer e das fantasias, muitas vezes absurdas, são divulgadas e incentivadas por meios de comunicação, principalmente a TV, o cinema e a internet. A conseqüência direta disto é que valores positivos e essenciais são derrubados. Numa relação recíproca de causa e efeito, sociedade humana e família se deixam contaminar e corroer por tantos agentes destruidores da vida e da paz. 
A mulher – sensível e bem mais emoção que o homem –, assimila espontaneamente essas violentas transformações. E a mulher mãe, termômetro da estabilidade familiar, oscila, vacila e adoece. 
A relação entre gerações tornou-se freqüentemente caótica. Vemos, quase de uma forma geral, mãe e filha disputando confusa e desesperançadamente seus lugares no mundo intra e extra familiar. 
Esta disputa entre mulher mãe e mulher filha é poderosíssima por sua grande força de sensibilidade e percepção. Neste poder, o inimaginável pode se tornar realidade tanto para um grande bem quanto para um grande mal. 
Neste movimento intra familiar, no que diz respeito à relação pais e filhos, muito pode ser lido com base em teorias freudianas, humanistas, comportamentais e outras tantas abordagens. O maior abalo, porém, foi, sem dúvida, a grande revolução da vida-mulher, que estremeceu as bases da relação familiar, especialmente, entre mãe e filha. Elas iniciam suas histórias nestes papéis com muita intimidade e ternura: são quase uma só pessoa. Porém, o desenvolvimento (acelerado pela realidade atual e inevitável) vai distanciando necessariamente uma da outra e, à medida que a filha cresce, deixa de existir a profunda interação que havia entre as duas. Para que um crescimento saudável aconteça, todas essas mudanças tornam-se necessárias. 
No início da vida, a mãe é totalmente responsável pela filha, e precisa sabiamente transferir-lhe, de forma gradativa, esta responsabilidade. Isto requer muita coragem, pois muitas perdas vão surgindo. A unidade encontrada no instinto materno dá lugar à diversidade e só com muito amor e vivências de esforço mútuo voltará a acontecer. Mas aí, não mais instintivamente e sim uma unidade para a liberdade de escolha, para se fazer uma com a outra na compreensão recíproca de suas vidas tão diferentes e insubstituíveis. 
Na pré-adolescência, a mãe já se desconcerta e precisa se instruir, sendo humilde, para perder seu anterior modo de exercer sua maternidade e acolher uma nova maneira de ser a mãe desta menina que começa a questionar, a descobrir, a formar seus próprios conceitos. 
Os limites, porém, não podem deixar de existir. Este ser que logo então adolesce precisa experimentar, aos poucos, sua auto-estima, assumindo seu processo de vida, mas, ao mesmo tempo, precisa saber que seus treinos têm um ninho (a família) onde se aconchega após assombrar-se ou maravilhar-se com seus principiantes vôos cada vez menos razantes. Deixando, então, a filha aprender a voar não perdendo de vista a arte de protegê-la sem castrar. 
Muitos sentimentos permeiam o ser materno que presencia a grande mudança, transformando a menina em mulher. Pulsam no coração desta mãe, que se encontra com as mais embaralhadas emoções, os mais assustadores desafios: medo, aventura, surpresa, firmeza, respeito, coragem, recomeço. 
O medo que a filha não faça opções adequadas ao seu melhor projeto de vida faz com que a maioria das mães se coloquem nessa relação com angústia, e isso as leva a interagir com extremismo que, ou afasta de si a filha e perde total influência sobre ela, ou superprotege, mantendo-a sob uma dependência que castra as grandes possibilidades de construção de sua própria história. 
Para que as mães não caiam nesses dois extremos, devem buscar de todas as formas orientação através de leituras afins, profissionais ou de cursos para educadores, bem como abrir-se à graça, pois o Espírito, que é o educador por excelência, pode realizar maravilhas nesse aspecto. 
Aí, então, a relação mãe e filha deixa de ser uma ameaça para ambas, passando a constituir um enriquecedor desafio no qual as duas crescem, se fortalecem e se capacitam para aos poucos se “afastarem”. Este necessário distanciamento é o espaço fecundo para perceber o sentido singular que é propriedade individual dado a elas pelo Criador antes mesmo que fossem geradas no ventre materno. A filha, na convivência difícil (porque assim é o atual momento e há diferenças de gerações), cresce perdoando, amando, compreendendo, empatizando com a mãe, preparando-se para singrar novos ares. 
Mas “a vida solicita e capacita” – diz Vicktor Frankl – e as duas mulheres, a mãe e a filha, vão se descobrindo: brigam, se afastam, se perdoam, se aproximam, crescem e se preparam: a mãe, para deixar partir, e a filha, para “crescer e multiplicar”. 
A mãe, mais madura, sai deste desafio com a sensação de perda e de morte nesta relação tão rica porque, ao voar, a filha deixou seu ninho vazio. Mas se a mãe for atenta e fiel a cada instante, redescobrirá o grande sentido para o qual foi chamada pelo Criador. 
Isto parece muito utópico, teórico, alienado, mas pode e deve se tornar real para socorrer e remediar urgentemente a dor atual da humanidade. Acreditando que todo caos promete o cosmos, façamos, a cada esforço extremo e único, o novo homem aparecer na alvorada de uma indispensável nova humanidade. Humanidade esta resgatada, unicamente, se fizermos o Amor acontecer. 

Como detonar a auto-estima das crianças

O artigo ‘Como detonar a auto-estima das crianças’ é de autoria de André Lima (Engenheiro e Terapeuta Holístico)  especialista em EFT e refere-se a auto-estima das crianças e como a relação entre pais e filhos podem afeta-las. A auto-estima está diretamente ligada ao sucesso ou falta dele em todas as áreas: relacionamento, profissional e até na saude física. Vamos ver  abaixo algumas coisas que contribuem para destruir a auto-estima das crianças. É bem provável que você se veja nos comportamentos citados no texto, seja como a criança que sofreu e/ou como o adulto que pratica com os filhos.

Diariamente atendo pessoas no consultório e online com a *EFT (técnica para auto-limpeza emocional, veja como receber um manual gratuito no final do artigo). São dezenas de casos. Invariavelmente, todo mundo tem questões de auto-estima para se trabalhar, varia apenas o grau de intensidades de pessoa pra pessoa. Observando os prejuízos emocionais provocados na relação entre pais e filho, fica muito evidente várias formas de se detonar a auto-estima das crianças. Aí vão algumas delas:
- Critique sempre e nunca elogie. Quando a criança fizer algo considerado errado, brigue com ela. Vire um inspetor atento que aponta todas as suas falhas. Diga ainda: desse jeito você nunca vai ser ninguém! Isso serve pra criança acordar. Quando ela fizer algo corretamente, jamais elogie, pois ela não fez mais do que a obrigação. Se você elogiar algo de bom, ela certamente vai recair no comportamento negativo. Elogiar é muito perigoso. Criticar é bom, vai manter a tensão sempre na criança, assim ela vai ficar atenta e errará bem menos. Se você bater, melhor ainda.
- Rejeite a criança.  A rejeição pode se dá de várias formas e é possível iniciar o processo desde o momento em que ela esteja no útero materno com pensamentos do quanto esse filho vai dar trabalho e gastos financeiros. Os filhos tomam muito tempo com suas bobagens e assuntos infantis, você é um adulto muito ocupado e não terá tempo para ouvir as conversas das crianças. O ultimo grau de rejeição, o mais intenso, é o abandono. Deixar o filho com o pai ou a mãe, ou ainda outras pessoas, e nunca mais ir visitar. Esse é um dos métodos mais poderosos.
- Desconte tudo na criança. Suas frustrações, raivas, mágoas, você precisa descontar em alguém. Descontar na criança é ótimo. Ela não sabe de se defender, não tem discernimento e fica achando que ela é a culpada pelos seus aborrecimentos e sofrimentos. E ela ainda fica depois tentando lhe agradar para compensar o mal que ela lhe fez. Não é ótimo ver a criança boazinha tentando receber aprovação?
- Faça tudo pelos filhos. Não permita que eles tentem, arrisquem, nem que eles errem. Seu papel é proporcionar uma vida sem sofrimentos. Eles não devem se frustrar jamais. Se você pode fazer por eles, porque deixar que eles tentem sozinhos? Se você permitir que eles façam algo, vai ter bagunça, vai demorar mais, vão errar, e não fica tão bem feito quanto você faria… Por isso arrume tudo por eles, faça comida, faça inclusive as tarefas do colégio, diga sempre o que eles devem fazer e como devem fazer. Isso prova o quanto você ama e se preocupa com seu filho. Quem sabe você poderá prosseguir fazendo isso até mesmo depois que ele se tornar um adulto. Não seria ótimo se você pudesse inclusive acompanhá-lo no trabalho?
- Cobre muito. Seu filho precisa ser alguém na vida. O mundo é muito competitivo e você precisa pressionar e cobrar o tempo inteiro. Cobre perfeição: notas, arrumação, educação, postura, alimentação, cursos, esportes. Só os melhores vencem e conseguem bons empregos. Todos CDFs tem ótimos empregos e excelentes relacionamentos sociais e são os mais felizes. As coisas precisam ser feitas do seu jeito sempre, pois você sabe o que é melhor pra eles. Cobre que eles façam como você faria. E quando errarem, use a estratégia anterior já mencionada de criticar bastante. Só elogie quando eles fizerem exatamente do jeito que você faria.
- Compare-os negativamente com outras pessoas. Se você tem um filho que tem uma qualidade que sobressai, não o elogie.  Mas diga aos demais filhos o quanto eles deveriam ser como o outro. “Seja como seu irmão… tá vendo, seu irmão não faz isso… seu irmão é muito mais estudioso… seu irmão consegue tudo, seu irmão é tão educado”. A mensagem implícita que a criança entende é: “ele é melhor que você, você não consegue nada, ele tem mais valor pra nós do que você, você nos decepciona e seu irmão nos dá alegria.” Quem sabe assim a criança se fortalece e tenta ser igual ao irmão prodígio. Ah sim,  vale também comparar com crianças de outras famílias. Veja sempre as qualidades dos filhos dos outros compare-os a seus filhos. Diga diretamente a seus filhos, o quanto Joãozinho, filho da vizinha, é estudioso, simpático, bom filho e que eles deveriam ser assim também. A criança ficará super estimulada com isso e dois dias depois estará se comportando igual ao Joãozinho. Faça isso também elogiando os filhos dos outros, entusiasmadamente na frente dos seus filhos em conversas com outras pessoas e passe a mensagem indiretamente para eles.
- Compare-os negativamente com você – Diga para os seus filhos, o quanto você na idade deles já tinha realizado tantas coisas que eles não conseguem: boas notas, trabalhos, responsabilidades, maturidade e etc. Quando eu tinha a sua idade… Assim eles se sentirão inferiorizados e entenderão o quanto você é bom, e vão se esforçar para seguir o seu exemplo.
- Critique seu filho na frente de outras pessoas. Você o critica dentro de casa em particular, e não surte efeito. Curiosamente ele não muda de comportamento e fica até pior. Então use outra estratégia. Quando estiver com seu filho na frente de amigos, da empregada, do cabeleireiro, fale de todos os defeitos e comportamentos que você reprova nele. Com esse tratamento de choque ele ficará envergonhado e pouco tempo depois passará a ser um anjinho. Isso é ótimo para que a criança deixe de roer unha, fazer xixi na cama ou para que ela tire notas melhores.
- Faça os filhos se sentirem culpados. A chantagem emocional é uma excelente ferramenta pra isso. Para que eles ajam conforme a sua vontade, que é sempre a melhor forma é claro, você precisa manipulá-los de alguma forma. Diga o quanto você se dedicou a eles, o quanto abdicou da sua vida, e que eles são ingratos (quando não fazem o que você deseja é claro).
- Faça de tudo para que seu filho seja o seu clone ou para que ele seja tudo que você queria ter sido e não conseguiu. O papel do filho é dar orgulho aos pais sendo igual a eles, ou dando a alegria de realizar o que os pais tentaram ser e não conseguiram. Se o seu filho tiver aspirações diferentes, o desejo de ter outras profissões e um estilo de vida que foge do que você idealizou, critique-o bastante, rejeita, reprove. Ele precisa sair do caminho errado de querer ser feliz e voltar para o caminho certo de fazer os pais felizes.
Essas são apenas algumas técnicas. Depois de praticar tudo isso, os filhos aprenderão a fazer a mesma coisa para aplicar também nos seus filhos. E assim o consultório fica lotado. E haja investigar os eventos e fazer EFT para limpar as emoções negativas e recuperar a auto-estima.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

DEVERES PARA COM A FAMÍLIA — dos filhos e dos pais


Seguem alguns trechos que tratam dos deveres que preceitua o 4º Mandamento da Lei de Deus, “Honrar pai e mãe”.

Deveres dos filhos para com os pais

"Concretiza-os, esses deveres, o 4º Mandamento, numa única palavra: ‘HONRAR’. Honrar, porém, exige quatro atos: amor, respeito, obediência, assistência.

1º Amor: Este sentimento tem base na própria natureza. É intuitivo. Seria um monstro de ingratidão, o filho que não correspondesse com o afeto mais entranhado, aos sacrifícios que os pais fazem para educá-lo.
Não cumpre o dever do amor, é claro, quem alimenta, no coração, antipatia a seus pais, quem lhes quer mal, quem deseja a morte deles, quem profere contra eles calúnias, quem lhe assoalha os defeitos, em vez de excogitar todos os meios possíveis de lhes agradar e de ocultar as suas imperfeições.



2º Respeito: O amor que todo filho deve ter a seus pais não pode destruir o respeito. Este é um misto de veneração e de temor, para os que ocupam o lugar de Deus. Não convém que os filhos tratem os pais como simples colegas ou amigos. Não obstante a idade dos filhos, a sua ilustração e celebridade intelectual, a superioridade da sua formação, e pode-se acrescentar, não obstante os defeitos, os achaques, as misérias dos pais, subsiste sempre, o dever do respeito, absoluto e imperioso; nos pais, embora, indignos e culpados, reside, apesar de tudo ‘o vestígio da majestade divina’.
Nunca, pois, teria direito o filho de se dirigir aos pais com maus modos, com altivez, arrogância ou impertinência, nem de lidar com eles com demasiada familiaridade. Muito menos de injuriá-los ou bater neles, nem de processá-los, a não ser quando fosse vítima de alguma injustiça por parte deles.

3º Obediência: O respeito é o melhor baluarte da obediência, e a obediência, a prova mais lídima do amor filial. Todavia, quando os filhos já deixaram o lar paterno, quando a Providência os colocou, por sua vez, à frente de uma família, não são mais adstritos à fiscalização dos pais. Assim mesmo, é bom notar que, no ponto de vista moral não há nunca emancipação completa. Os filhos devem aos pais durante a vida toda, amor e respeito, e até obediência às suas vontades justas.

Cumpre que a nossa obediência seja:
  • a) pronta, sem alteração;
  • b) alegre, sem queixas nem murmurações, e
  • c) inteira.
Há dois casos apenas em que está limitada a autoridade paterna:
1) o primeiro, é quando está em ‘oposição com a autoridade divina’ então é preciso responder com São Pedro: ‘antes obedecer a Deus do que aos homens’ (Atos, V, 29);
2) o segundo, é na ‘escolha de um estado de vida’. É certo que os filhos hão de prezar devidamente os conselhos ajuizados dos seus progenitores, para solucionar uma questão de tanta monta. Mas, porque a influência sobrenatural da graça é manifesta na gênese da vocação, e porque esta tem conexão direta e íntima com a salvação eterna, não se pode exigir, neste ponto, a obediência estrita aos desejos, ou às ordens dos pais. E se tais princípios vigoram para qualquer profissão humana, mas aplicação terão ainda quando a escolha for do estado sacerdotal ou religioso, ou às ordens dos pais. E se tais princípios vigoram para qualquer profissão humana, mais aplicação terão ainda, quando a escolha for do estado sacerdotal ou religioso, dependendo exclusivamente do chamado de Deus.

O pecado de desobediência é mortal ou venial, conforme o grau de resistência e a importância da ordem. Para que seja mortal, a falta, é necessário:
a) que os pais mandem com a intenção, pelo menos implícita, de obrigar gravemente,
b) que a coisa seja matéria importante, e
c) que a desobediência seja plenamente voluntária.


4º Assistência: A obrigação da assistência está gravada em todos os corações, e a lei civil, nisto, concorda com a Lei Natural, obrigando os filhos a socorrer os pais necessitados.
Os filhos deverão auxliar os pais nas precisões corporais e espirituais:
a) corporais, dando-lhes os subsídios pecuniários de que carecem na doença, na velhice e na pobreza, e prestando-lhes os cuidados que deles receberam quando pequenos;
b) espirituais, facilitando-lhes os benefícios da religião, trazendo-lhes o sacerdote quando enfermam, promovendo funerais dignos, de acordo com a sua posição social, e depois, sobretudo, orando e mandando rezar missas pelo descanso eterno da sua alma".